Qual Bandeira Você Ergue?

“Devemos amar a Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa mente e com todas as nossas forças e também devemos amar os outros como amamos a nós mesmos.” (Marcos 12:33)

Sem fazer distinção de etnia, posição social, educacional ou religiosa, contando com milhões de voluntários ao redor do mundo, onde quer que haja guerras, desastres naturais, as informações vêm acompanhadas da notícia de que a Cruz Vermelha já se pôs em ação para amenizar o sofrimento humano.

Em 1863, Jean Henry Dunant tinha uma vida confortável com seus familiares. Aos 30 anos de idade, foi incumbido de procurar o imperador da França, Napoleão III, para obter apoio para a construção de uma rede de moinhos de trigo. Naquela ocasião, o imperador estava em uma guerra. Após dias de viagem, Jean Henry chegou ao local do combate. Do alto de uma montanha, presenciou, horrorizado, a batalha sangrenta entre italianos, franceses e austríacos. Ao fim daquele combate, havia cerca de 40 mil pessoas de vítimas, entre mortos e feridos.

Imediatamente, Dunant deu início a um movimento de socorro às vítimas. Em 1876, passou a chamar-se Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Empenhado nas obras humanitárias, Jean Henry Dunant perdeu sua fortuna. Foi morar em Paris como indigente e levado a um asilo para pobres. Ninguém se lembrou dele por quase 18 anos, até que foi encontrado por um jornalista que, ao saber de sua história, comovido, publicou um artigo.

Essa atitude mudou a vida de Dunant, que foi a primeira pessoa a receber o prêmio Nobel da Paz, em 1901. Jean Henry Dunant recebeu um bom prêmio em dinheiro. Ele pagou as dívidas e doou o restante para a Cruz Vermelha, que havia fundado.

Você pode, como Jean Henry Dunant, estender a mão para transformar o sofrimento de alguém em alegria. Sempre haverá alguém precisando de ajuda. Bem aí ao seu lado deve existir alguém precisando de sua bondade. Erga essa bandeira e faça a diferença na vida das pessoas!