NA PRESENÇA DE ANÁS E CAIFÁS

UMA VIDA COM PROPÓSITO

Vi novo céu e nova terra ...e Deus enxugará dos olhos toda a lágrima, pois não haverá mais morte, nem pranto ou dor." (Apocalipse 21:1-4). Graças a Cristo por podermos a cada dia sonhar com o Céu!

JESUS, MEU EXEMPLO DE VIDA

Preso, Jesus foi levado a casa de Anás, antigo sumo sacerdote, substituído por Caífas, seu genro. Interrogado: " 'Eu tenho falado franca mente ao mundo; ensinei continuamente tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em oculto' (João 18:20).

Então, voltando-Se para o que O interrogava, disse: 'Por que Me interrogas? Pergunta aos que ouviram' (João 18:21).

Os próprios sacerdotes tinham enviado espiões para observar Cristo e relatar cada palavra que dizia. Através deles, sabiam tudo o que Cristo ensinava e fazia em cada reunião. Os espiões tentavam apanhá-Lo em Suas próprias palavras para que, desse modo, pudessem condena-Lo. Por isso o Salvador disse: 'Pergunta aos que ouviram' (João 18:21). Dirigi-vos aos vossos espiões. Eles ouviram o que Eu disse e podem contar-vos a respeito dos Meus ensinos.

As palavras de Jesus foram tão penetrantes e diretas que o sacerdote sentiu que o seu Prisioneiro conhecia suas intenções.

Um dos servos de Anás, porém, sentindo que seu mestre não havia sido tratado com o devido respeito , bateu no rosto de Jesus, dizendo:

‘É assim que falas ao sumo sacerdote? Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; mas, se falei bem, por que Me feres?' (João 18:22 e 23)."

"Caifás considerava Jesus como rival. A ansiedade do povo por ouvir o Salvador, e sua aparente prontidão para lhe aceitar os ensinos, suscitaram os terríveis ciúmes do sumo sacerdote. Contemplando agora, porém, o Prisioneiro, ele foi tomado de admiração pela nobreza e dignidade de Seu porte. Sobreveio-lhe a convicção de que esse homem tinha parentesco divino."

"Os sacerdotes começaram a temer que não conseguiriam nenhuma prova convincente que pudesse levar Cristo a presença de Pilatos. Sentiam que uma última tentativa precisava ser feita."

"Por fim Caifás, erguendo para o Céu a mão direita, dirigiu-se a Jesus na forma de um solene juramento: 'Conjuro-Te pelo Deus vivo que nos digas se Tu és o Cristo, o Filho de Deus.' (Mateus 26:63).

Em face deste apelo não podia Cristo permanecer silencioso. Havia tempo de ficar mudo e tempo de falar. [...]

‘Vereis em breve', disse Jesus, 'O Filho do homem assentado a direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu' (Mateus 26:64)." Depois de dito isso, "Jesus foi levado, em seguida, para a sala da guarda, onde sofreu escárnio e abuso dos soldados e da multidão.

Ao amanhecer, foi Ele conduzido novamente à presença dos juízes onde a condenação definitiva foi pronunciada."

VIVENDO COMO UM DISCÍPULO

Mesmo diante de tantas mentiras, Jesus ficou em silêncio; só falou o necessário. Sua vida e Seus atos testemunhavam a Seu favor. Ele espera, hoje, que nossas atitudes também falem mais alto do que nossas palavras.