Revestindo-nos de Jesus

Em 354 d.C., nasceu na cidade de Tagaste um bebê com nome difícil: Aurelius Augustinus, que mais tarde seria conhecido como Agostinho. Sua mãe era uma cristã devota e fez com que seu filho estudasse nas melhores escolas da época. Apesar de ser um jovem brilhante, ele acabou escolhendo viver despreocupadamente. Quando atingiu 33 anos, arrependeu-se de sua vida irresponsável.

“Deus, salva-me”, clamou Agostinho. “Meu pecado é maior do que posso suportar.”

Ele temia que seus erros pudessem resultar em sua viagem para o lago de fogo, preparado para Satanás e seus anjos. Seu coração estava despedaçado.

“Sou um homem pecador e vil”, afirmou Agostinho em oração. “Se não me salvares, ó Deus, estarei perdido. Não consigo parar de pecar. Até quando ficarei nesta situação miserável? Até amanhã? Por que não me transformas agora? Gostaria que a minha imundícia tivesse um fim agora!”

No mesmo instante, Agostinho ouviu uma voz infantil cantando em alguma casa próxima: “Pegue e leia; pegue e leia.” Percebendo que poderia ser uma resposta divina, ele pegou a Bíblia e, com as mãos trêmulas, abriu-a. Deparou-se com Romanos 13, e seus olhos pousaram nos versos 13 e 14: “Vivamos decentemente, como pessoas que vivem na luz do dia. Nada de farras ou bebedeiras, nem imoralidade ou indecência, nem brigas ou ciúmes. Mas tenham as qualidades que o Senhor Jesus Cristo tem e não procurem satisfazer os maus desejos da natureza humana de vocês.”

Mais tarde, Agostinho comentou: “No instante em que li aquelas palavras, toda a escuridão da dúvida se desfez. Vieram-me ao coração paz e certeza maravilhosa e senti que estava perdoado. Não mais tive medo da morte, pois Cristo estava ao meu lado.”


O pecado coloca uma carga de culpa em nosso coração, mas o perdão de Deus é o bálsamo restaurador para o pecador. Entregue-se a Ele neste dia, e a paz virá naturalmente à sua vida.


"Os que crêem nEle recebem, por meio dEle, o perdão dos pecados." (Atos 10:43)