A Terapia do Abraço

Um abraço:

Faz a gente se sentir bem.
Acaba com a solidão.
Faz a gente superar o medo.
Abre passagem para os sentimentos.
Constrói a auto-estima ("Uau! Ela quer mesmo me abraçar!")
Estimula o altruísmo ("Não posso acreditar, mas realmente estou querendo dar um abraço naquele velho filho da mãe!")
Retarda o envelhecimento. Pessoas que gostam de abraço permanecem mais jovens por mais tempo.
Ajuda a controlar o apetite. Comemos menos quando estamos bem alimentados com abraços - e quando nossos braços estão ocupados, enlaçados em volta de outros.

O Abraço Também:

Alivia a tensão.
Combate a insônia.
Mantém em forma os músculos dos braços e dos ombros.
Dá oportunidade para exercícios de alongamento, se você é baixo.
Propicia exercícios de flexão, se você é alto.
Oferece uma alternativa sadia e segura para o álcool e para as drogas (é melhor abraços do que drogas).
Afirma a nossa natureza física.
É democrático; todo o mundo tem direito a um abraço.
É ecologicamente benéfico, não tumultua o meio ambiente.
Do ponto de vista energético, é eficiente, economiza calor.
É portátil.
Não requer equipamento especial.
Não exige ambientação especial; qualquer lugar, de uma soleira de porta a uma sala de reuniões de executivos, de um salão de igreja a um campo de futebol, é um ótimo lugar para um abraço!
Torna os dias felizes mais felizes.
Torna viáveis os dias impossíveis.
Comunica sentimentos de posse.
Preenche espaços vazios em nossas vidas.
Continua trazendo benefícios, mesmo depois de desfeito.
Além disso, o abraço evita a guerra!

Autor: Kathleen keating
Livro A Terapia do Abraço


Dedicar tempo as pessoas, demonstrar que elas são importantes, tentar fazer que se sintam mais felizes mostrando que é bom estar com delas, dar um abraço, um bom dia, enfim se preocupar com o bem estar delas é amar o próximo como a si mesmo e era exatamente o que Cristo fazia – todos os dias.

"O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor." (Romanos 13:10)