Bondade

Verso Central : “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Efésios 2:10).

Leituras para esta semana: Sl 51:10, 11; Jo 14:9; Rm 3:12-20; 7:7-12; Tt 2:14; Hb 1:2, 3

I - Introdução:

Nas Escrituras, bondade envolve não só manter comportamento correto mas também evita seu oposto, a maldade. A bondade é a santidade em prática. É o que fazemos; de outra forma, não é mesmo “bondade”.

A palavra traduzida por bondade (agathosune), em Gálatas 5:22, denota uma bondade ativa, agressiva. Mais que excelência de caráter, é o caráter em ação, expressando-se em bons atos.

Frequentemente, ouvimos que alguém tem um “bom coração” ou que é um “bom sujeito”. Por mais problemática teologicamente que seja essa idéia (veja Jr 17:9), é ainda mais problemática na realidade. Um “bom coração” ou um “bom sujeito”, por si mesmo, não significa nada. Em vez disso, um “bom coração” se revela em bons atos, boas ações concretas, atos práticos de bondade que beneficiam a outros. Boas intenções, bons pensamentos, bons motivos são bons e têm seu papel, mas, no fim, a bondade está em fazer o bem. Enganamos a nós mesmos se pensamos de outra forma.

II - Deus é bom

Na Bíblia, o sentido mais profundo e absoluto de “bom” é um predicado exclusivo de Deus. Assim, embora a palavra bom seja usada livremente em muitas circunstâncias, apesar de haver indivíduos bom e maus (Mt 5:45), embora seja possível os cristãos praticarem boas obras (Ef 2:10), e Deus haja declarado que tudo o que criou era “muito bom” (Gn 1:31), Jesus afirma que só Deus é “bom” (Mc 10:18). Só Deus é absoluto. Todos os outros têm graus de bondade quando comparados a esse padrão absoluto.

1. Como a bondade de Deus se revela em nossa vida? Êx 33:19; Sl 25:8; 86:5; 107:21; Na 1:7; Rm 8:28

No entanto, Deus não afirma, apenas, que é bom; Ele nos revelou essa bondade de numerosas formas. Podemos ver a bondade e o amor de Deus na criação. Mesmo em um mundo caído, mesmo com doenças, pragas e desastres naturais, a bondade de Deus ainda se revela pela natureza.

Pense nas relações humanas, amor, interesse, atenção pelos outros. Somos capazes dessas coisas maravilhosas e boas só porque Deus nos criou com o potencial para isso, e fez assim porque é bom.

A sexualidade humana, embora, evidentemente pervertida em grau horroroso e inimaginável, ainda revela a bondade de Deus e Seu amor para conosco.

2. Qual é a maior revelação da bondade de Deus à humanidade? Jo 14:9; Hb 1:2, 3

Faça uma lista de todas as maneiras que se lembrar de como você veio a entender a bondade de Deus. Isto é, apesar das provações pelas quais passou, como você veio a conhecer por si mesmo a bondade de nosso Senhor? Como a bondade de Deus pode ser refletida em sua vida?

III - Todos pecaram

3. Leia Romanos 3:12-20. Como vemos a realidade dessas palavras ao nosso redor? Como você vê manifesta em sua própria vida?

Um dos fatos tristes da vida é que pode haver pessoas muito talentosas e bem dotadas, encantadoras, carismáticas, pessoas de grande habilidade e inteligência que frequentemente rotulamos como “boas” quando, de fato, são corruptas até o cerne. Como amor, a palavra bom pode ser utilizada tão levianamente que perde seu verdadeiro significado. Quando temos diante de nós a ideia da bondade de Deus, podemos entender muito melhor qual é, realmente, a bondade humana.

Com frequência, ouvimos as pessoas não cristãs dizer que não entendem o que os cristãos querem dizer ao afirmar que o ser humano é naturalmente pecaminoso. Afinal, não existem pessoas que fazem coisas boas, que expressam generosidade, abnegação e amor incondicional? Já não vimos pessoas que são assim? Como você responderia a esse tipo de argumento?

Anos atrás, o escritor russo Dostoevsky escreveu um livro relatando o tempo que passou em um campo de concentração siberiano. Ele conta que alguns dos piores criminosos da Rússia estavam encarcerados. Entre os prisioneiros estavam aqueles que haviam cometido alguns dos crimes mais vis e odiosos imagináveis. Mas Dostoevsky escreveu como, às vezes, esses homens eram capazes de fazer alguns dos atos mais gentis e bondosos. A lição é que até mesmo os piores podem praticar atos amáveis. Ao mesmo tempo, quem não viu pessoas realmente boas, quando pressionadas, fazer algumas coisas muito más?

IV - A lei e a bondade de Deus

4. Qual é a relação entre a bondade de Deus e Sua lei? Rm 7:7-12

O problema de alguns com a lei de Deus é um engano sobre sua função no plano de salvação. Quando vamos ao médico devido a uma doença, precisa haver um diagnóstico antes do tratamento. O problema surge quando as pessoas confundem o tratamento com o diagnóstico. A lei de Deus não apenas serve como padrão, mas também desempenha um papel de diagnóstico no processo de salvação. Paulo declara simplesmente que sem a lei, ele não teria conhecido o que é o pecado. Então, a lei nos diagnostica a todos como pecadores. Sem esse diagnóstico, haveria pouco incentivo de irmos a Jesus em busca de cura.

No plano da salvação, a lei de Deus é indispensável, porque, sem lei não existe pecado, e sem pecado, não há necessidade de um Salvador.

5. No Salmo 40:8, Davi escreveu: “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a Tua lei”. Então, por que alguns podem crer que a guarda da lei é um fardo?

Às vezes, pensamos na lei como uma proibição – um “Não farás”. E existe alguma verdade nisso. Mas, ao mesmo tempo, existe infinitamente mais que podemos fazer do que não podemos fazer. Pense, também, em todos os benefícios práticos de guardar a lei de Deus. Pense como melhora a qualidade de vida aqui e agora. Não devemos confiar suficientemente na bondade de Deus em saber que se Ele proíbe algo, é por que não deve servir para nós?

Você acha que a guarda da lei é um fardo? Neste caso, por quê? Se a Bíblia diz que a guarda da lei é um privilégio, o que estamos fazendo de errado se a consideramos um fardo?

V - Andando em bondade

“Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal” (Jr 13:23).

O texto acima ensina uma lição simples sobre a natureza humana: não podemos mudar facilmente, especialmente os aspectos ruins de nosso caráter (Pergunte à maioria dos casados se é fácil mudar um cônjuge!). Com este pensamento, talvez possamos entender melhor por que o conceito bíblico de bondade é imensamente mais profundo, e seu uso muito mais restrito do que é comumente usado no mundo. O fruto do Espírito, que é a bondade, é mais interior, alcançando cada pensamento, palavra e ato da pessoa religiosa. Isso requer que os motivos sejam corretos antes que consideremos “boa” qualquer ação. Significa que a pessoa boa é alguém de quem a justiça (a prática correta) provém da devoção interior e do amor a Deus.

6. Como podemos nos tornar “bons”? Sl 51:10; Sl 119:9

7. Compare esses textos com o que Paulo diz em Romanos 7:18. Como todos estes textos são relacionados?

8. No capítulo 7 de Romanos, Paulo expressa sua decepção porque, apesar das melhores intenções, ele não tinha força dentro de si mesmo para fazer o bem (v. 18, 19). Mas, no capítulo 8, versos 1-4, ele revela o segredo do cristão para vencer o dilema. Qual é o segredo? Discuta o que significa “andar no Espírito.” Como isso é feito?

Uma coisa é reconhecer que somos pecadores, destituídos da graça, e que nossas boas obras não podem nos salvar. Ao mesmo tempo, por que devemos ser cuidadosos em não usar esse ensino como desculpa para viver pela carne? Você acha que está fazendo isso? Neste caso, por que essa é uma atitude muito perigosa?

VI - Bondade expressa

Embora não se possa dizer que somos salvos pelas obras, pode-se dizer que, como filhos e filhas, comprados pelo sangue de Deus, somos salvos para que nossa vida manifeste boas obras. Jesus assinalou que, assim como uma árvore é conhecida por seus frutos, seremos conhecidos pelo tipo de vida que vivemos. Jesus leva um passo adiante a importância das boas obras quando declara que aqueles que vivem sem as boas obras não terão permissão para entrar no reino do Céu (veja Mt 25:41-46).

9. Que afirmação taxativa faz Paulo sobre o cristão e as boas obras? Ef 2:10; Tt 2:14

Como seres pecadores, violamos a lei de Deus; todos precisamos de um Salvador. Mas, ao mesmo tempo, recebemos na Bíblia a promessa de que, se nos rendermos a Jesus, se escolhermos viver no Espírito e não na carne, poderemos vencer e viver de maneira a refletir a bondade de Deus. Podemos viver no que Paulo chama de “novidade da vida” (Rm 6:4), porque, assim como fomos pela fé “sepultados com” Cristo “na morte pelo batismo” (Rm 6:4), podemos igualmente considerar-nos “mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Rm 6:11).

Podemos ser “bons” no sentido bíblico da palavra, não “bons” como se merecêssemos a salvação, mas “bons” no sentido de que nosso coração, nossos motivos, nossos atos revelam ao mundo a realidade do Deus a quem professamos servir. Com certeza, isso vai requerer a morte para o eu, disposição para servir aos outros, vai exigir uma luta diária com a carne e coração humilde, contrito e arrependido quando falharmos, mas podemos e devemos viver a fé que confessamos.

Como você está se valendo de todas as promessas de uma vida cristã vitoriosa? O que o está impedindo de reclamar o que é seu, o que lhe foi oferecido por tão grande preço?

VII - Estudo adicional

“Não é somente pregando a verdade, ou distribuindo literatura, que seremos testemunhas de Deus. Lembremo-nos de que uma vida semelhante à de Cristo é o mais poderoso argumento que pode ser apresentado em favor do cristianismo, e que o cristão que não é fiel à sua profissão causa mais dano ao mundo do que um mundano” (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 21).

“A divisa do cristianismo não é um sinal exterior; não consiste em trazer uma cruz ou coroa, mas sim em tudo o que revela a união do homem com Deus. Pelo poder da Sua graça manifestado na transformação do caráter, o mundo será convencido de que Deus enviou Seu Filho como Redentor. Nenhuma influência que possa rodear o coração tem mais poder do que a de uma vida abnegada. O mais forte argumento em favor do evangelho é um cristão que sabe amar e é amável” (A Ciência do Bom Viver, p. 470).

Perguntas para consideração

1. Quais são algumas das maneiras práticas de expressar e revelar a bondade de Deus para os outros?
2. A Bíblia diz que a lei de Deus é boa. E sabemos que é. Entretanto, como pode ela ser usada como algo ruim? De que maneiras a lei pode ser abusada, e quais são as consequências infelizes desse abuso?
3. Medite nesta antiga pergunta filosófica: Uma coisa é considerada boa porque Deus diz que é boa? Ou Deus a considera boa porque já é boa?
4. Pense sobre Lucas 18:18, 19. O que Jesus estava dizendo? Como devemos entender Suas palavras?

Respostas sugestivas para as perguntas:

Pergunta 1: Na criação, na manutenção de nossa vida com bem-estar e, acima de tudo, pela nossa salvação.
Pergunta 2: A doação de Seu Filho.
Pergunta 3: Na maldade que nos cerca.
Pergunta 4: A lei de Deus é um muro que nos protege do mal e da degradação.
Pergunta 5: Esta é uma das tentativas de Satanás para desmoralizar o amor de Deus.
Pergunta 6: Somente mediante a transformação de nosso caráter pela Palavra de Deus e Seu Espírito.
Pergunta 7: Não existe bondade em nós, mas a obra de Deus é restaurar em nós o Seu caráter.
Pergunta 8: A presença de Cristo na vida. Andar no Espírito é viver sob Sua orientação e guia.
Pergunta 9: Somos feitos e redimidos para praticar boas obras.


Complemento ao estudo

Resumo do estudo

Texto-chave: Tito 2:11-14

DEVEMOS ...
                  Saber:     Que as boas obras estão indissoluvelmente ligadas à encarnação, aos sacrifícios e à volta de Jesus.
                  Sentir:     A necessidade de receber a bênção proveniente de fazer o bem..
                  Fazer:     Empenhar-se ativamente em ajudar os outros.

ESBOÇO DO APRENDIZADO

I. Saber: Como evitar as “armadilhas” de fazer o bem

A. Fazer o bem nos expõe a dois perigos em potencial: o orgulho e a falsa salvação pelas obras.

1. O orgulho em fazer o bem é uma forma de legalismo e justiça própria.
2. Boas obras não nos salvam. Mas que lugar têm elas na experiência cristã?
3. Como o cristão deve evitar essas duas armadilhas? A resposta está na contemplação do sacrifício de Jesus para nos salvar da pecaminosidade.

II. Sentir: Os benefícios positivos de fazer o bem.

A. A prática abnegada de boas obras beneficia positivamente quem faz e quem recebe.

III. Fazer: Ajudando ativamente os outros

A. Deus é bom. Está escrito que Jesus foi ungido por Deus com o Espírito Santo e “andou por toda parte, fazendo o bem... porque Deus era com Ele” (At 10:38).

1. Que coisas podem nos motivar a fazer o bem?
a) Como a obediência à lei significa boas obras?
b) Que grau de inteligência ou educação é exigido para ser bondoso?
c) O que o ato de dar um copo de água, visitar uma pessoa solitária ou doente, ou dizer palavras de encorajamento a uma criança revela e demonstra sobre o doador dessas boas obras?

Resumo: As boas obras demonstram uma vida cristã. Quando são praticadas com abnegação, elas abençoam o praticante e o beneficiário. Atos de bondade podem ser aparentemente pequenos aos olhos do mundo, mas grandes aos olhos de Deus, quando praticadas para Sua honra e glória.

Ciclo do aprendizado

Motivação:

Conceito-chave para o crescimento espiritual: A bondade é uma qualidade piedosa demonstrada por bons atos, necessários para glorificar a Deus. Mas não somos bons por nós mesmos e, por isso, a fim de praticar bons atos, devemos estar unidos a Cristo, como o ramo é um rebento da videira.

Pense nisto: Por que temos problema em nos descrever como sendo bons? Jesus declarou que só um é bom (veja Lc 18:18, 19). O que aconteceu com a criação de Deus, que a fruta, as flores ou o gatinho são bons, mas nós não somos bons? O que em nós é bom, e o que em nós não é bom? Recapitule Romanos 3:12-20.

Compreensão

Comentário bíblico:

I. Como sabemos que Deus é bom? -- (Releia Sl 34:8.)

A ilustração mais importante da bondade de Deus vem da vida de Jesus. Ele veio à Terra para mostrar o esplendor da glória de Deus. Porém, Ele não descreveu Deus por um quadro espetacular, brilhante de todo o poder e riqueza de Deus.

Só a alimentação dos milhares na encosta do monte foi suficiente para instigar o povo a coroá-Lo Rei, mas Cristo não estava procurando pessoas que O seguissem por essas razões. O reino do Céu que Ele desejava que Seus amigos experimentassem e aceitassem era o reino do coração. “Venham a Mim”, Jesus diz. “Tomem sobre vocês o Meu jugo. Comam do Meu corpo, o pão da vida, e bebam do Meu sangue, Minha vida derramada por vocês. Ajam com base em Minhas palavras. E Eu lhes darei descanso, paz e abundância de vida eterna”. (Veja Mt 11:28-30; Jo 6:53-58.)

Se conhecemos a Deus e Seus bons caminhos só pela reputação, porque ouvimos ou lemos sobre Ele mas nunca experimentamos o que Ele pode fazer para transformar nossa vida pelo Seu perdão e graça restauradora, Ele só pode nos dizer: “Nunca conheci vocês”. Todo o nosso conhecimento, sem experiência, não nos ajudará a ser transformados pelo poder curativo do amor e da bondade de Deus. Pense nisto: O que em Deus é bom? O que fez Jesus para ajudar as pessoas a ver quão bom é Seu Pai? Como se pode adquirir uma religião experimental? Que tipo de experiência com Deus transforma a vida?

II. A lei é boa? -- (Releia Sl 19:7-14.)

Leia os Dez Mandamentos em Êxodo 20:1 à 17.

Os Salmos estão cheios de expressões de louvor pelos atos de Deus, Suas palavras e Sua lei. A versão bíblica “A Mensagem”, em inglês, compara a lei ao Sol, marcos rodoviários, mapas da vida, ouro, um diamante entre esmeraldas e morangos na fonte. Sua lei aquece nosso coração, une nossas vidas e mostra o caminho da alegria. Não existem superlativos suficientes para descrever a maravilha e a grandeza da lei de Deus.

No entanto, existem limitações a essa maravilhosa lei, como Romanos 7 nos lembra. Ela age como mestra, espelho, ilustrando o que é bom e justo. Descreve o caráter de Deus por ser bom e perfeito, mas a lei não pode nos tornar bons nem justos. Mas Deus pode salvar unicamente os que são justos; então, os seres humanos, que nasceram todos com natureza pecaminosa e estão impossibilitados de se tornar justos, são deixados em um dilema. A lei não nos pode salvar. Precisamos de um Salvador que possa atender aos requisitos da lei por nós e em nós.

Pense nisto: Como Cristo propõe nos salvar? Por que Ele é o único Ser que pode fazer isso?

III. O alvo de Deus para nós -- (Releia Jo 15:1-7.)

Como uma laranjeira, fomos criados para produzir frutos. Fomos destinados para praticar boas obras, mas, sozinhos, não podemos fazer nada de bom, e certamente não podemos produzir bons frutos. Visto que não podemos realizar nada de bom sem ajuda, devemos permanecer em Cristo. Quando unimos nossa debilidade à força de Cristo, nosso vazio à Sua abundância, temos a mente de Cristo. Essa não é uma conexão do tipo “liga-desliga”. Nossa comunicação com a vida de Cristo, Sua força e Seu poder para produzir frutos é tão constante quanto a seiva que flui continuamente das raízes até as pontas dos ramos.

Às vezes, somos como árvores que parecem saudáveis e copadas e deveriam ter muito fruto, mas não têm nada. Essa não é uma simples falha; a figueira estéril é descrita como se ostentasse seus “seus galhos pretensiosos rumo ao céu” (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 614). Existe um trabalho específico que Deus espera que façamos. Não pode haver desculpa: “Bem, eu bem que quis, eu tentei, eu teria feito se...”! Deus fez toda provisão possível no Céu e na Terra para produzirmos fruto. Se não o produzirmos, responderemos pelas consequências, assim como a figueira infrutífera foi achada em falta. É um assunto crucial aprender qual é o propósito de Deus para nossa vida, e executá-lo.

Pense nisto: Que trabalho individual Deus lhe deu para fazer para Ele? Como você pode produzir esse fruto para Ele?

Aplicação à vida diária

Compare e contraste Mateus 7:21-29 com Mateus 25. O que faz a diferença entre os que fazem boas obras que Deus não reconhece e os que servem a Cristo através de suas boas obras aos outros? Pense nesta citação: “O Senhor reivindica a força da mente, dos ossos e dos músculos; mas ela é frequentemente retida dEle e dada ao mundo” (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 613). Que boas obras temos feito em favor do mundo e não no serviço a Deus?

Testemunho: Como você pode usar suas experiências com Deus para ajudar outras pessoas a entender o que significa provar e ver que Deus é bom?